MARÇO MULHER, UMA REFLEXÃO SOBRE O DESAFIO DAS MULHERES MÃES DE FILHOS AUTISTAS

MARÇO MULHER – UMA REFLEXÃO SOBRE O DESAFIO DAS MULHERES MÃES DE FILHOS AUTISTAS

A vivência da maternidade constitui uma nova fase de vida para a mulher. A maternidade pode ser encarada como sendo um comportamento social que ultrapassa o aspeto biológico e se ajusta há um determinado contexto sócio histórico. A mulher em estado de gestação é suscetível a várias mudanças na rotina de vida, principalmente quando se trata da primeira gestação contribui para o despertar de novos sentimentos, fantasias de espectativa.

Sentimentos

O nascimento da criança é o auge máximo esperado pelos pais. Estes esperam sempre receber na família um filho saudável sempre bem vindo. Qualquer que seja a limitação que a criança após o nascimento ou no decorrer do seu crescimento apresente, sempre será uma realidade que causa sofrimento, confusão, frustração e medo, tornando-se à maternidade uma experiência complexa, mesmo nos países onde as famílias recebem todo o apoio de profissionais de diferentes especialidades a responsabilidade maior recai sobre os pais, principalmente as mães.
Como se sabe o autismo tem características diversas, onde é possível encontrar crianças com maior necessidade de suporte e outras com menor necessidade de suporte em áreas diferentes, desde à dificuldade de comunicação (atraso na aquisição e desenvolvimento da linguagem ) uso estereotipados e repetitivo da fala à falta de reciprocidade social e emocional que o autista apresenta em suas relações. As mães não devem cair em desespero é uma grande medida; ir a busca de ajuda junto de profissionais é uma das saídas, aceitar a realidade e conviver com a realidade tentando descobri, é o caminho que se se recomenda.

Rotina diária.

Para que a família se adapte a condição do seu filho, é necessário introduzir mudanças na rotina diária.
Os desafios são imensuráveis, desde a aceitação no seio da família do membro (filho ou filha) com essa condição ao stresse em geri-lo, são os desafios a enfrentar. Pensar em estratégias mais adequadas para cada filho é uma outa opção. Troca de informação entre as mães sempre deixa algum conforto e coragem ás mães;

Não há cabula única, cada caso e um caso a tratar diferente. Nenhuma criança autista é totalmente igual a outra. Para além da família o ambiente escolar é um outro espaço muito importante, onde a criança poderá moldar seus comportamentos, na interação com os seus pares. Porém, recomenda- se que os ambientes familiares e escolares sejam adequados as condições para o crescimento e desenvolvimento da criança.
Sabemos que não só algumas escolas rejeitam estas crianças como também alguns pais discriminam consciente ou inconscientemente seus próprios filhos com esta condição.

Mães!

Mulheres corajosas e batalhadoras, não devem cruzar os braços busquem todo apoio que for necessário para ajudar seu filho; não espere que façam por ti, faça você própria. Busque o apoio à família, busque apoio técnico, até o apoio religioso para que ganhe forças para conviver com essa situação.

Uma criança autista é sempre uma interrogação para os pais, nunca se sabe o que há de acontecer com a criança em relação ao seu desenvolvimento. Apesar de tudo, o mais importante é que o seu filho seja feliz. O trabalho e prolongado.

Bibliografia consultada

A vivência da maternidade de mães de crianças com autismo in: psicologia. Estudos vol. 16 nº maringá maria 2011
Elaborado por: Beatriz Cruz Filipe Psicóloga – Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento
06 de março de 2020.

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